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01 outubro 2026

A Reforma Tributária avança para uma nova etapa. Empresas do Simples Nacional já precisam avaliar decisões que terão reflexos na operação a partir de 2027. 

Em entrevista à VEJA, nossa especialista em Direito Tributário, Rafaela Brito, analisou os novos prazos e os impactos das escolhas relacionadas ao IBS e à CBS para as empresas do Simples Nacional. 

A matéria destaca a prorrogação dos prazos: empresas que pretendem ingressar no Simples Nacional em 2027 têm até 15 de outubro, enquanto a opção pelo recolhimento regular de IBS e CBS poderá ser realizada até 30 de outubro.  

Para as empresas que já estão no Simples, essa segunda decisão merece atenção especial: a escolha entre manter os novos tributos dentro do regime ou adotar o modelo híbrido pode interferir na dinâmica de créditos tributários e, consequentemente, na relação comercial com clientes e fornecedores. 

O que o empresário precisa colocar na mesa 

A decisão exige uma análise que considere a realidade de cada negócio. 

Entre os pontos que merecem atenção estão: 

  • Perfil dos clientes: empresas que vendem para outras empresas podem sentir efeitos diferentes em função da dinâmica de créditos tributários.
  • Formação de preços e margens: a estrutura tributária passa a fazer parte das decisões comerciais e financeiras.
  • Cadeia de fornecedores: mudanças na dinâmica dos créditos podem influenciar relações e escolhas dentro da cadeia.
  • Operação e sistemas: a transição exige preparação dos processos e das informações que sustentam a gestão tributária.

A Reforma Tributária já está produzindo decisões empresariais concretas. Para quem está no Simples Nacional, compreender as alternativas e seus efeitos antes de formalizar uma escolha pode fazer diferença na estrutura do negócio em 2027. 

Leia a matéria completa da VEJA e confira a análise da especialista da Valestrá.

Bruno Tiago Cardoso

Jornalista

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